25.12.06



Este ano as bilobas da Praça das Amoreiras amareleceram umas duas semanas mais tarde e estão por estes dias no máximo esplendor. Vão lá ver se puderem.

*****Um excelente 2007 para todos*****


Costa da Caparica, 24-12-06.

Jarandilla de La Vera, 20-12-06

15.12.06




Estava a achar este telescópio demasiado bonito. Afinal, segundo o semanário da Beira Baixa 'A Reconquista', não é bem um telescópio mas sim um 'monumento', uma 'obra de arte' da veterana escultora Clara Menéres. Mas funciona apesar de tudo, vê-se a 'campanha' até às serras a perder de vista, o extraordinário 'Monte Santo' e certamente a Lua lá em cima. Fica no local onde existiu o castelo de Idanha-a-Nova. Sabe-se que o castelo existiu principalmente porque Duarte d'Armas, ao serviço do rei D. Manuel I, o desenhou. Ninguém sabe ao certo quando deixou de existir. Provavelmente algures no século XIX. Ninguém se lembra, não há testemunhos. Talvez tenha sido desmontado aos poucos, e a pedra aproveitada para as casas da vila. No meio do recinto vazio há uma espécie de cruzeiro do tempo do Estado Novo que diz 'Fundação - Restauração - Ascensão'.

11.12.06



Já tinha visto, do lado de fora, os vidros espelhados dos comboios da linha de Sintra. Agora, do lado de dentro o resultado é tétrico. Será que a CP quer poupar os passageiros à visão de uma das zonas mais feias de Portugal? Ou será que é para poupar no ar condicionado? Obrigar os passageiros a ler? Em todo o caso, agora que se multiplicam na imprensa os argumentos a favor dos transportes públicos (que terão melhorado imenso, etc.), apetece outra vez obrigar a secretária de estado dos transportes mais meia dúzia de jornalistas e comentadores a irem viver uma semana para o Cacém.




5.12.06



Agora resta ver como ficará isto com pessoas, etc., mas lá irei logo que possa às novas piscinas de Câmara de Lobos.

4.12.06




Anti-americanos primários de todo o mundo, rejubilai!

A águia-de-cabeça-branca, símbolo nacional dos Estados Unidos, não passa afinal dum reles parente do abutre, necrófago que ganha a vida a roubar peixes à águia-pesqueira e foge a sete patas quando vê uma águia-real, essa sim cujas penas adornavam a cabeça dos chefes índios, que sabiam muito mais do assunto. A ornitóloga Catherine L. Raven, não escondendo a sua preferência por corvos, explica como o peru, ave muito mais virtuosa, ainda por cima comestível e fora de perigo de extinção, foi preterido por este passaroco armado em águia, na American Scientist.

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